Mastercard Lança Serviço de Criptomoedas com Endereços Personalizados

A Mastercard, gigante global de pagamentos, deu um passo significativo no universo das criptomoedas. Recentemente, a empresa anunciou o lançamento de um novo serviço de criptomoedas que permite a criação de endereços personalizados para transações, tornando o processo mais acessível e amigável para os usuários.

O que é o Serviço de Endereços Personalizados?

A principal inovação desse serviço é a possibilidade de criar endereços de criptomoedas personalizados, similares a nomes de domínio na internet. Em vez de utilizar as complexas sequências de caracteres típicas dos endereços de carteira, os usuários poderão escolher endereços mais simples e fáceis de lembrar, como “Joao.Silva.MC”. Isso facilita as transações e reduz o risco de erros.

Como Funciona?

Os usuários poderão registrar seus endereços personalizados por meio de uma plataforma disponibilizada pela Mastercard. Essa plataforma garantirá que cada endereço seja único, evitando duplicações e fraudes. Além disso, o sistema integrará medidas de segurança robustas para proteger as transações e os ativos digitais dos usuários.

Vantagens para os Usuários

1. Facilidade de Uso: Com endereços mais intuitivos, as transferências de criptomoedas se tornam mais simples, especialmente para quem está começando no mercado.
2. Segurança: A Mastercard promete implementar protocolos de segurança avançados, protegendo as informações e os ativos dos usuários contra ciberataques.
3. Acessibilidade: Essa iniciativa pode atrair novos usuários para o mercado de criptomoedas, ao eliminar barreiras técnicas e aumentar a confiança no uso dessas tecnologias.

Impacto no Mercado de Criptomoedas

A introdução de endereços personalizados pela Mastercard pode ser um divisor de águas no mercado de criptomoedas. Essa mudança não apenas torna as transações mais acessíveis, mas também demonstra o comprometimento de grandes empresas financeiras em integrar as criptomoedas em seus serviços tradicionais. Ao facilitar o uso e melhorar a experiência do usuário, a Mastercard pode acelerar a adoção de criptomoedas em escala global.

Conclusão

O lançamento do serviço de endereços personalizados pela Mastercard representa uma evolução importante no mercado de criptomoedas. Com essa inovação, a empresa não apenas simplifica o processo de transações, mas também reforça a segurança e a acessibilidade, potencialmente atraindo um novo público para o mundo das criptomoedas. Essa é uma notícia promissora para entusiastas e investidores, sinalizando um futuro onde as criptomoedas se tornam cada vez mais integradas ao cotidiano financeiro.

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FAQ

Bitcoin é a primeira criptomoeda descentralizada do mundo e que não necessita de terceiros para funcionar. Bitcoin é uma moeda digital descentralizada e que não necessita de terceiros para funcionar. Isso significa que você não depende de bancos, grandes corporações ou governos para movimentar seu dinheiro.

Com o Bitcoin, o dinheiro é integralmente seu. O Bitcoin foi a primeira criptomoeda do mundo, há oito anos funciona de maneira ininterrupta, de acordo com o protocolo público e opensource criado por Satoshi Nakamoto.

A tecnologia Blockchain nada mais é do que um livro de razão pública (ou livro contábil) que faz o registro de uma transação de moeda virtual (a mais popular delas é o Bitcoin), de forma que esse registro seja confiável e imutável.

Ou seja, a blockchain registra informações como: a quantia de bitcoins (ou outras moedas) transacionadas, quem enviou, quem recebeu, quando essa transação foi feita e em qual lugar do livro ela está registrada. Isso mostra que a transparência é um dos principais atributos da blockchain. Ela armazena as informações de um grupo de transações em blocos, marcando cada bloco com um registro de tempo e data. A cada período de tempo (10 minutos no blockchain), é formado um novo bloco de transações, que se liga ao bloco anterior. Os blocos são dependentes um dos outros e formam uma cadeia de blocos (por isso o nome: Blockchain). Isso torna a tecnologia perfeita para registro de informações que necessitam de confiança, como no caso de uma transação de bitcoin e outras criptos.

A rede do blockchain é formada por mineradores que verificam e registram as transações no bloco.

Para que isso seja possível, os mineradores emprestam poder computacional para a rede. Como incentivo para continuarem colaborando e tornar a rede sustentável e mais segura , eles recebem uma recompensa em moedas digitais.
O minerador só pode adicionar uma transação no bloco se uma maioria simples (50%+1) da rede concordar que aquela transação é legítima e correta. O nome disso é o consenso da rede blockchain. No caso do Bitcoin, o consenso é medido através do poder computacional.

Duas cadeias de blocos podem ser formadas ao mesmo tempo, o impasse será resolvido quando a rede precisar escolher uma das cadeias. No final, ganha a cadeia que tiver a maior quantidade de trabalho.

Resumindo, a tecnologia blockchain é um livro contábil público e distribuído que registra todas as transações de moeda virtual em uma cadeia de blocos, que qualquer um pode participar.

As informações registradas nele são confiáveis, imutáveis e transparentes desde que a maioria da rede se mantenha honesta.

 

Quando o usuário envia uma criptomoeda ou partes dela para outra pessoa, essa transferência fica registrada na blockchain dentro de um bloco semelhante a um cofre. Esse bloco, assim que fica cheio de transações de vários usuários, precisa ser “selado” com um identificador, que funciona como um cadeado. Na ciência da computação, isso é chamado de hash.

No início do Bitcoin, bastava conectar um computador (com uma placa de vídeo razoável) à rede da criptomoeda e deixá-lo ligado resolvendo os cálculos matemáticos exigidos na mineração. Hoje, o cenário é outro e, para “fabricar” BTC, é preciso dispor de data centers lotados de equipamentos específicos para a função.

A forma de minerar BTC mudou porque mais mineradores se juntaram à rede. Com isso, os cálculos ficaram mais difíceis e a exigência de poder computacional necessário para resolvê-los aumentou drasticamente. Atualmente, é preciso ter hardwares específicos chamados de circuitos integrados de aplicação específica (ASIC).

Por causa da complexidade, o mais comum hoje em dia é que fazendas de mineração com milhares de equipamentos se dediquem à tarefa. E por essa atividade demandar alto investimento, esses locais costumam se organizar em pools (conjuntos) de mineradores que trabalham juntos para competir pela validação das transações.

 

Criamos um projeto único, inovador e transparente! Nosso ecossistema foi desenvolvido para aproximar qualquer pessoa comum a participar dos lucros reais das nossas fazendas próprias de mineração de bitcoin por meio de Planos de Mineração, com objetivo na expansão das nossas unidades com objetivo de fazer do Paraguai um dos maiores polos de mineração de bitcoin do mundo.  

Não compartilhamos serviço de mineração em nuvem. Nosso modelo de negócio consiste na geração de recompensas por meio do ecossistema de tokenização de fazendas de mineração de bitcoin.

Não somos fabricantes de hardware de bitcoin ou outras moedas mineráveis. 

A Life Miner oferece um modelo de negócios inovador que utiliza a tokenização do poder de processamento de mineração de Bitcoin. Diferente de uma empresa de investimentos, nossa proposta é fornecer uma nova dimensão e experiência no setor de mineração de criptomoedas. Através dos Planos de Mineração, nossa comunidade poderá desfrutar dos ganhos gerados pela mineração de Bitcoin sem a necessidade de possuir e gerenciar a logística, equipamentos, custos energéticos e administrativos.

Nosso objetivo é compartilhar com os membros da nossa comunidade a performance do nosso ecossistema de tokenização, o qual é gerenciado por fundos de gestão de distribuição. 

Vale destacar que estamos em processo de expansão na construção de um grande parque de mineração de Bitcoin no Paraguai. Esse projeto permite que nossos membros detentores dos Planos de Mineração e do token MPY tenham acesso a uma série de benefícios gerados pela tokenização da nossa estrutura física e digital. Além disso, nossos membros possuem a custódia própria de seus tokens em um sistema 100% descentralizado. 

O poder de processamento de uma fazenda de mineração de Bitcoin refere-se à capacidade computacional total disponível nessa fazenda para realizar cálculos complexos necessários para minerar Bitcoins. A mineração de Bitcoin é o processo de validação de transações na rede do Bitcoin e a criação de novos Bitcoins como recompensa por esse trabalho.

Uma fazenda de mineração de Bitcoin normalmente consiste em múltiplos computadores (ou mineradores) interconectados, que trabalham em conjunto para resolver problemas matemáticos complexos usando algoritmos de prova de trabalho. Esses problemas são resolvidos para verificar e registrar transações na blockchain do Bitcoin, que é um registro público descentralizado de todas as transações de Bitcoin já realizadas.

O poder de processamento de uma fazenda de mineração de Bitcoin é medido em termos de sua taxa de hash, que é a quantidade de cálculos de prova de trabalho que a fazenda pode realizar por segundo. Quanto maior a taxa de hash, mais rápido a fazenda pode tentar resolver os problemas matemáticos e, portanto, maior é a probabilidade de que a fazenda seja recompensada com novos Bitcoins.

O poder de processamento de uma fazenda de mineração de Bitcoin é um fator crítico na rentabilidade da mineração, uma vez que afeta diretamente as chances de sucesso em encontrar novos Bitcoins e obter recompensas. No entanto, a mineração de Bitcoin é uma atividade altamente competitiva, e o poder de processamento necessário para ser lucrativo tem aumentado ao longo do tempo à medida que mais mineradores entram na rede.

Em qualquer negócio, inclusive na mineração de Bitcoin, sempre há riscos envolvidos. No entanto, reduzir esses riscos requer encontrar um parceiro confiável com boa reputação, como a Life Miner, que possui acesso a um excedente de energia elétrica no Paraguai, sendo uma das poucas mineradoras na região que atua de forma legalizada. Além disso, a empresa é altamente criteriosa ao selecionar os locais de instalação das instalações de mineração de Bitcoin e sempre está acompanhando de perto o cenário político do país para garantir que a mineração seja bem-vinda nos próximos anos.

Há também outros fatores que ajudam a mitigar os riscos do projeto, como um preço de energia fixo durante todo o projeto, que é uma das variáveis que mais afetam o custo da mineração, e as operações da Life Miner, que já têm vários anos de experiência no Paraguai. A empresa também possui uma equipe especializada em todas as etapas do processo de procura, implementação, instalação e manutenção da operação, otimizando o tempo de atividade e a vida útil das máquinas.

Licenças e aprovações não são garantidas em todas as jurisdições

A Life Miner pretende operar em total conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis e envidar todos os esforços para obter as licenças e aprovações necessárias. É provável que licenças e/ou aprovações regulatórias sejam exigidas em diversas jurisdições relevantes nas quais atividades relevantes possam ocorrer. Isto significa que o desenvolvimento e a implementação de todas as iniciativas descritas neste documento técnico não estão garantidos. Não é possível garantir, e ninguém faz quaisquer representações, garantias ou garantias, que tais licenças ou aprovações serão obtidas dentro de um determinado prazo ou de todo. Como tal, as iniciativas descritas neste documento técnico podem não estar disponíveis em determinadas jurisdições, ou mesmo não estar disponíveis.

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